Notas da Autora#2







E então pessoal, como foi a leitura?

*Spoilers mais abaixo*


Ow, eu revisei esse capitulo, e ainda acho que...Falta coisas. Sempre acho. É como um desenho, e você acha que ficou bom, e daqui a 5 minutos, se pergunta por que fez um erro daqueles. 

Sabe, dá vontade de jogar pro universo e dizer: AHHHHHHHHH POR QUE EU NÃO FAÇO NADA DIREIIITOOOOO?????? EU SÓ QUERIA FAZER UMA COISA BOA.

E olhe, estamos no primeiro capítulo :v (shit happens :p)

E quanto á Ellie? Ela é a mesma da fanfic anterior (leitores que leram a primeira fic, eu os invoco! :v), mas eu mudei...algumas coisinhas. Mais pra frente, vocês verão. Embora ainda mantive um pouco da essência dela. Penso assim, ao menos XD
Espero construí-la bem. :v Mas só espera né? Fazer Gijinka, que é bom, nada!

E quanto á Sally? E, ela tá sem....poderes. Á criatura que antes tinha instintos primitivos na luta, agora...não tem poder nenhum. Mas é temporário. Acredito eu  Mesmo porque, eles ainda estão no estágio de Pokémon :v

Ah e tem tanta coisa na fic que quero escrever, compartilhar essa minha historia dessa minhas personagens com vocês :'') *momento fofo do dia*  

MAS

Eu não sei como será daqui pra frente. Nossa White!! Estragou o momento :v

Não farei mais promessa, mas quero honrar com meus compromissos. Manter essa fic, é algo que quero fazer, embora...não sei como vai ser daqui pra frente. Mas estou empolgada. Tenho planos pra isso tudo :v

Não vamos depositar esperanças no nome de um ano (só na zueira, na zueira tudo é permitido, pois pensa, 2016.S ninguém merece né?) e espero que me acompanhem nessa jornada! 

Até o próximo capítulo! 









Capitulo 1: O começo






Acordou, ainda se sentindo zonza.

Suas mãos tremiam e suas pernas cambalearam e tornou a desabar no chão, sentindo algo raspar em seu queixo. Respira fundo, e ignora a ardência dos músculos rígidos: precisava continuar.

Com cada fibra de seu ser, seu objetivo nunca esteve tão claro: precisava sair dali. Ainda que sentisse sua consciência se esvair, seus instintos não lhe falhariam nessa missão. Acordaria daquele sonho para adentrar no mundo que era sua realidade, e sairia dessa confusão.

Consegue erguer o tronco do corpo, arfando arduamente até que fica de joelhos. Não, se recusaria ficar nesta posição: jamais se ajoelharia para alguém. Ninguém lhe poria deste jeito, não importa qual seja a situação, pois era mais que humilhante: estaria dando uma brecha para que arrancassem o que havia de mais precioso e colocar sua honra e dignidade no chão.

Impulsiona-se para cima, mantendo suas pernas separadas e equilibrando-se para não cair. Abre os olhos, com uma umidade que ameaçava a cair, mas não se deixaria levar, por mais que doesse. As costas ficam eretas e sua respiração muda, voltando a regularidade.  Pisca inúmeras vezes e coloca o pé para frente, seguindo de outro e mais outro, até que que se torna um ritmo, começando uma caminhada.

As pernas doem, e cada passo era como se fosse o último antes de se deixar cair novamente. Continua, por mais desequilibrado que fosse seu andar, por mais exaustivo que fosse, continuar fazendo algo tão natural: respirando, vivendo.

Não existiria, repetia para si. Mas viveria!

Viveria até que o último sopro de ar puro fosse a última coisa que se lembraria.

Continua a andar, esquecendo seu passado e tudo que deixaria para trás.


* * * * * * * * * 


Beach Cave, B4




-Olá? Alguém está ai? Oláááá!!-gritou uma voz feminina.

A voz pertencia a uma criatura, que possuía olhos vermelhos. Eram envoltos por uma pele amarela, e que mais abaixo, no final do pescoço, começava uma especie de arco recurvado para trás. Seus braços, eram verdes, e seguia-se assim até cauda- exceto na barriga e nas pernas, que eram claras, assim como também, metade do seu rosto.

A figura semelhante à uma cobra continuou em silencio.

Seus passos ecoavam pela gruta úmida e quente, respirando o ar abafado e salgado. Ainda poderia jurar que ouvia o som do mar do outro lado da parede de rochas. Seus passos eram abafados pela areia, que produzia um “smursh, smursh” continuo.

Não havia nenhum sinal de qualquer ser vivo naquela sala. Segue em frente, ainda mantendo seu olhar atento e já a postos quando algo se mostrasse hostil. Passa pelo arco e entra na próxima sala, não percebendo muita diferença do lugar anterior. Seus passos são leves e um pouco apressados. 

Sua curiosidade é grande: o que mais deseja, é chegar ao final daquela Dungeon e obter algum tesouro.

Passa novamente por outro arco e enfim chegou a última sala.

As pedras eram de uma tonalidade marrom, e a água era tão cristalina que via seu reflexo muito claramente, quando se aproximou. A areia era um pouco mais rasa, quase não havendo nada, exceto nas bordas em que o chão e a água se cruzavam.




Olha para o frente, e onde havia o chão encontrando o teto, também havia uma fenda por onde passava a maior luz do local. Na sua posição atual, fazia um pouco de sombra no chão, e ignorou-as assim que retira da bolsa um pequeno fragmento e o rola entre os dedos.





Ergue seu braço até acima da cabeça,  vendo o sol em seu mais alto ponto do dia, ser tampado pela pedra. 

Então se vira, e olhou para baixo. Observa que há algo escrito no chão de pedra, e lê silenciosamente. E alegra-se com um sorriso. Era aquilo que viera procurando.

Seu sorriso se desfaz quando faz uma meia volta apressada e abrupta. Sentiu algo, como um farfalhar, e uma brisa tão leve que achou que poderia ser sua imaginação.

Vê alguém, mas some da mesma maneira que surgiu. Aperta o objeto e abre os olhos, e se manteve imóvel a ponto de ouvir somente a sua respiração. Seus batimentos seriam acelerados-mas aprendera a controla-los, de modo que não ficassem em disparada.

Mas foi derrubada, e arregalando os olhos, percebe que seu item caiu. Levanta-se antes mesmo de chegar a encostar-se ao chão e consegue pegar no sujeito.

-Devolve. - e aquilo não soa não somente como uma afirmação, mas uma ameaça.

E vê que se tratava de uma criatura pequena, com duas asas ao invés de braços, e de tonalidade azul e roxa purpura. Na boca, segurava seu precioso objeto, com dentes afiados, apertando sua mão e fazendo pequenos arranhões.


Joga seu braço livre para o lado e repete:

-Devolve!

Chicotes verdes saem de seu braço, e com as pontas afiadas dirigidas ao oponente, que ficou paralisado, mas não menos surpreso.

Parece que por um momento, o chicote tem vida própria, e o inimigo hipnotizado sequer percebe que aquilo já tinha mais de um metro de altura e sumiu.

O impulso que o braço deu fora o mesmo que um tapa: porém, muito mais dolorido.

Ouviu-se um um "tchupá", e poderia dizer que os ouvidos do Zubat iriam zunir por um bom tempo, pensou por um rápido momento. Acertando em cheio o alvo, gritou novamente:

-DEVOLVE JÁ!

Mas a criatura não soltou sua mão, muito menos o objeto. Ele a encarou e apertou ainda mais as mandíbulas, a fazendo soltar um pequeno gemido de dor. Então, reagiu, novamente.

O movimento foi sem piedade: atinge o pescoço, fazendo-o se contorcer e largar o objeto, soltando um agudo grito de dor. Ele se afasta, recuando e protegendo a área inchada, com uma tonalidade vermelha. A Snivy pega o objeto e rapidamente o coloca no bolso extra de sua mochila, onde estaria seguro.

Vira-se e ainda olhando para o inimigo, corre em disparada a saída: precisava sair dali.

Mas cai na armadilha: outro inimigo, assemelhando-se a uma bola rocha se jogou em sua frente, a fazendo cair para trás, e por pouco, não batendo a cabeça na pedra ao lado. Ele riu, e fez uma cara de escárnio. 



Reprimiu um gemido de dor e tateou no chão rapidamente. Senta-se e arregalou os olhos. Olha para frente e vê que outra criatura estava com sua bolsa. Era jovem, e sua face era quase que indecifrável.

Ela rapidamente se afastou, andando para trás, mas não tirando os olhos da outra. No mesmo instante, a protagonista se levanta, com as sobrancelhas levantadas e olhos arregalados.

Viu que a criatura azul á sua frente estendia a mão, como se pedisse para "parar", e foi isso que fez.
 
-Joga pra cá! JOGA!-ouviu, vindo da voz aguda do Zubat.

Agora, o morcego se reuniu com a outra figura roxa- a que a derrubara. E olhando para o lado, eles estavam perto da saída. Mais alguns passos, e entrariam em vantagem, podendo nunca mais serem vistos.

Ambos sorriam, mas Zubat ainda esfregava com a asa o lugar ferido. Foca seu olhar não na vitima que mordera, mas mais distante.

 Segurando a bolsa com a mão esquerda, a criatura era azul e bípede, tinha olhos vermelhos rubi, envoltos numa área preta, que demarcava o contorno de seus olhos. Tinha uma mancha amarela no peito, como um "V"; um rabo com escamas também vermelhas, que mexia sutilmente. E com garras a amostra, afiadas e nem tão curtas para a espécie, apertou ainda mais a sacola marrom.





-JOGA PRA CÁ!-mandou o Zubat.

-É! Joga pra cá!- disse Koffing, se unindo á seu parceiro.

Mas a criatura semelhante a um réptil ignorou o comando dos Pokémon e dirigiu se olhar para a pequena cobra verde. A respiração trava e recua.

A Snivy tentou ler os pensamentos da criatura, mas não consegui. Embora suas feições demonstrassem uma certa parcialidade-duvida e confusão-, os olhos estavam distantes. Não, não sabia dizer o que aconteceria.

E ao continuar a observa-la, atenta, cogitou por um momento: "Poderia ser um golpe...Um ataque surpresa", pensou. Se fosse, realmente, essa Totodile seria uma ótima atriz.

Mas ela era diferente deles. Seus sentidos de fêmea indicavam isso, e eles nunca erraram. Bem, o que poderia fazer agora?

E sem se mover, a esverdeada vê a azulada pegando um punhado de areia nas mãos e respira. A areia então escorre quando fechou as mãos, e então abaixou o braço e o encostou no corpo.

A bolsa chegou mais perto e ao olhar para cima, via a Totodile com o braço estendido. Não consegue erguer o braço- talvez estivesse perplexa demais para se mover- e ao perceber isso, Totodile deposita a bolsa no chão, gentilmente.

-Me desculpa. Não vou roubar de você.-disse sem demoras, quase como que tivesse se segurado o dia todo para dizer aquelas palavras. E abaixou os olhos, se afastando.

Os demais Pokémon ficaram estáticos. Ela se vira e começa a andar, em direção a saída.

-COMO ASSIM VOCÊ DEU PRA ELA?! QUAL SEU PROBLEMA?!-esbravejou o morcego.

-SUA IDIOTA! Depois do que fizemos, você faz isso!- disparou em raiva, o outro.

Ela para e sua voz não sai, por mais que tenha abrido a boca. Eles se aproximam e lançam seus ataques, mas ela sequer tem tempo de recuar: é jogada numa rocha, sem chance de se defender.

Zubat prepara seu ataque, e Koffing investe com um Tackle.

A Snivy nem sequer pensa: se levanta e jogou o braço para frente tão rápido que achou que iria se desgrudar de seu corpo: seu Vine Whip chicoteia Zubat, que impediu seu ataque. Eufórica, não para: se virou com os pés, o tronco do corpo acompanhando o movimento, desce seu braço, atingindo o outro Pokémon, Koffing que cai derrotado em frente da Totodile.

Zubat, em um último movimento, atinge a cobra, com um Tackle, e ambos tropeçam. Ele deu pequenos saltos utilizando suas asas para escapar depois de infligir o dano, que começaram a ficar debilitadas. Se afastando, olhou para o Koffing, e grita:

-Vamos cair fora daqui!

E o Koffing se levanta, e com suas ultimas forças, corre em direção a saída. A sala volta num silêncio, exceto pela respiração pesada de Snivy. Percebendo o que fez, começou a se mover.
Ela deu alguns passos e pega sua mochila. Revista minuciosamente e suspira aliviada.

-Obrigada.-diz, sem cerimonias á Totodile.

Levanta-se e encaixa a alça no ombro, e andando até a outra, estende a mão, e não demora para erguer e a ajudar.

-Obrigada, novamente.-disse, se separando e guardando seus chicote. -Mas... Por que me ajudou?

A Totodile desvia o olhar e abaixou a cabeça.

-Hum... Você não fala?-indaga, movendo a cabeça para o lado.

-Não... Não é isso. Mas... Eu vi que você estava indefesa e tinha medo. É uma desonra atacar alguém assim...

-Mas isso não seria “dar o ultimo golpe”?

-Em um outro ponto de vista.... Mas indefeso? Não. Ainda que tenha chicotes poderosos- e aponta para o braço de Snivy- você tinha medo e insegurança. Não posso atacar alguém que não esteja decidida.

A Snivy sorri docilmente. Bem, ao menos esse Pokemon demonstrava alguma sutileza e sabedoria. Ajeitou sua posição, pois logo voltaria á caminhar.

-Bem, eu me chamo Ellie. – e estende a mão- E você?

-Eu me chamo Sally.

E rapidamente aperta a mão da outra, acena e desfaz o aperto.

-Mas Sally... Por que não atacou eles?

-Bem... Eu... Não sei como usar meus movimentos...-diz, constrangida.

-Como?- perguntou, com a testa franzida.

-Eu não tenho poderes. Eu devo ter desaprendido. 





Notas da Autora#1

Notas da Autora#1


GENTE QUANTO TEMPO
2016 TÁ CAÓTICO DEMAIS, PELO AMOR DE RAO, ALGUÉM AINDA TA VIVO?
Eu finalmente trouxe um prologo novo!
Ainda estou escrevendo a primeira temporada e organizando tudo, então logo, logo teremos mais coisas pela frente!
Espero que gostem do novo capítulo, e que me acompanhem nessa minha jornada.
Senti saudades de vocês :v

Prólogo





Parou.

Estava tudo silencioso.

Mas isso era muito tipico daquele lugar, a não ser que fossem gritos de dor e agonia.

Geralmente, relacionado a dor, mas logo eram abafados. Naquela realidade sombria e doentia, onde o viver era fazer absolutamente tudo que deveria ser feito-qualquer atrocidade, tudo era permitido -qualquer coisa. Afinal, não havia mais leis e deuses naquele mundo.

Aquilo iria continuar. Era um ciclo vicioso e sem fim, aquele.

Odiava isso. Ter nascido nesse mundo, nessa realidade, fazer tudo as pressas, as escondidas, de um jeito mais que solitário, mais angustiante e triste.

Acordava, ainda com sono, e sentia que rapidamente deveria deixar aquele lugar.

Nessa nova realidade, nunca viveu plenos momentos de felicidade, a não ser quando achava algo para comer. Então continuou a andar, com olhos abertos e ouvidos atentos. Seus passos, tão silenciosos quanto o vazio, a levaram para inúmeros lugares, desérticos e inabitados.

Geralmente, se achasse outros, se esconderia e acharia o melhor momento de atacar.

Mas aquilo já era uma rotina em sua vida pacata.

Sobrevivia como podia, pois nunca tivera algo precioso para defender. A vida era um bem, claro, o mais preciso na verdade, mas passou a pensar nesse tal "bem" quando não estava... Lutando pra vive-la...

 A verdade, tinha algo, mas perdera.

Chame aquilo como quiser, disse a si. O importante é que estava por conta própria. E não pensaria mais nisso. Não pensaria em nada, somente o que roubar para viver o próximo dia.

Ensinaram que deveria pensar, que no dia seguinte, seria tudo melhor.

Mas tudo aquilo acabaria. Teria sido tudo em vão?

Teria sido?

Tudo aquilo que viveu, seriam na verdade, memórias, e nunca mais teria bons dias como aqueles. Deixou a era de criança para trás- pois precisou. E segurou lágrimas, apesar de uma gota salgada cair de seus olhos. Não, não choraria, e passou a mão no olho, reprimindo que a umidade continuasse.

"Engole o choro. Engole! você não pode se permitir chorar agora, não agora! Não quando todos contam com você!"

Mas agora, já não havia mais ninguém para se importar, para mostrar a sua imagem, para ser um ícone, como deveria ter sido, antes do desastre... Ah, aquele desastre.

Mas agora estava tudo em cinzas...!

Se lembrou de ter reclamado várias vezes do barulho que vinha dos outros cidadãos, quando vagava pela cidade, e a sua companhia tagarelando sem parar. Mas naquela presença... Oh Meu Arceus, como era bom ficar perto daquela criatura radiante...

E sempre que o barulho aumentava, retornava para seu lar, desfrutando do silencio. Mas agora, tudo estava tão quieto.

Não sentia o calor. Não sentia nada além de pedras duras e os seus ferimentos se curando, o que era comum, quando parava para repor as energias. Via os novos estragos que suas consequências-dizia que eram consequências necessárias- causara, e sua pele estava marcada.

Mas sua alma?

Dilacerada.

Sentia-se um peso morto que vagava por um mundo sem esperança. Sem vida.

Era um mundo vazio, cinzento, escuro, e precisava sobreviver.
O motivo? Já esquecera há muito tempo

Não... Estaria tudo perdido?

Mas acreditava que não...

Aquela sua consciência, teimosa, sempre insistia que havia algo para lutar. Não para si, mas para outros.

Que outros...?

Deveria haver alguém por ai né?

Espera, que sentimento era esse? Algo para agarrar e lhe dar forças, algo para que conseguisse seguir em frente, sim. O que era isso?

Enquanto pensava, tropeçou e caiu. Mas não se levantou, ainda não. O chão era empoeirado e frio, e por mais um instante, pensou ter ouvido o som do seu próprio coração.

"Tum-Tum...Tum-Tum"

De barriga para baixo, escondeu a cabeça em seus cabelos longos, e assim ficou por algum tempo.

Quantas vezes havia se escondido, alias?

Bah, isso não importa. Se irritou com seus pensamentos e então virou-se para o lado, encarando o céu.

Algumas nuvens estavam se mexendo... Lentamente, mas tão lentamente, que nem sequer chegou a perceber o aglomerado delas mais á direita. Elas estavam indo para essa direção.

Aquilo indicava uma coisa que conhecia muito bem. Iria chover.

IRIA CHOVER!

Com um surto de felicidade, levantou-se num salto, e quase tropeçando de novo, começou a correr pelo campo cinza e seco. Seu cabelo acompanhava seus movimentos, e quase se misturava com o capim alto, de tão finos que eram.

Um pequeno sorriso enfeitou o se rosto, e por hoje, era a unica coisa que se permitiu fazer. Sentiu algo úmido caindo em seu rosto.

Sim, aquilo era uma gota de água fria, que caiu em seu nariz.

Aquilo era... Esperança.









A Autora








                                  
  (Essa sou eu. Tadans!)







Saudações!

Sou a nova integrante da Aliança Aventuras, e tive uma chance de escrever uma Fanfiction neste blog: MYSTERY DUNGEON!

Sério, eu tô feliz pakas. :')

Eu me chamo Virgínia, e atualmente, estou terminando o EM em 2016. (Mano, que ano horroroso foi esse? Okay, tivemos algumas coisas muito boas, mas o nível de tragédias....PELOAMOR

Assim como vários de vocês, leitores, aprecio a tecnologia, arte, histórias, e cultura nerd em geral. Principalmente, livros de fantasia, são os meus favoritos. 

Sou uma amante de doces, principalmente de pudim e torta de limão fã de Katie McGrath e Lana Parrilla cês não tem nem noção amigos, e recentemente, aderi á esse mundo de séries. E que mundo ein?

Séries como Supergirl, Stranger Things, Merlin, Game Of Thrones e Big Bang Theory, são algumas delas. Eu nunca lembro das demais, me desculpem. ;-;

Desejo ingressar em alguma faculdade relacionada á Jogos Digitais ou Designer de Games, pois é o que mais desejo (nesse pré mundo adulto).


Acredito que poderia falar muito de mim, mas deixo aqui alguns meios de se comunicar comigo:















Bem, é isso pessoal! \o

Aviso



Aviso


Olá pessoal.

Como estão vocês?

Bem, já faz algum tempo que não venho postando nada. E percebendo isso, tomei a coragem de me posicionar.

Eu irei dar uma pausa.

Mas já não está em Hiatos?

Ah sim. Mas esta é uma pausa, com aviso. ;)

Pensei na fanfiction e quero reescreve-la. Eu quero pensar sobre ela, mais profundamente no enredo e personagens. Tem muita coisa a ser resolvida.

Isto não é um adeus meus caros(as) leitores (as). É uma pausa confirmada, e não sei quando irei voltar.

Agradeço do fundo do meu coração (la no fundo) que vocês, tenham me acompanhado, ainda que a jornada tenha sido curta. Não se preocupem. Eu adoro vocês.

Removerei toda a história aqui contida, e prometo que farei o meu melhor para a próxima ser superior a que ja foi escrita.

Agradeço novamente a compreensão de vocês.

Eu irei postar a fanfic, ainda neste ano. A pressão do vestibular e escolar me pegou de surpresa. Para que a fanfiction seja de qualidade como eu quero, eu preciso de tempo para escrever e pensar. Tenso ;-; 

Isto não é um adeus.

Ate logo!

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